

A Taverna Dos Esquecidos
Num beco de tijolos negros
E luzes estranhas Uma porta com um bode alado O porteiro me pediu a palavra Eu a sussurrei para ele Ao entrar senti o cheiro do javali assado O aroma da cerveja dourada E do vinho negro O lugar é de pedra As mesas são baixas E as cadeiras confortáveis Então ela veio Uma súcubo Seu vestido púrpura fino brilhava sob a luz da pequena lua A luminária dos solitários Brilhando sobre nossa paz -Venha comigo para meu leito azul -Seu nome... -Layra -Porque você me quer? -A energia dos amantes da solidão é mais pura -Quer que eu vá com você para me drenar até morte? -Você não tem brechas românticas -E... -Sua vitalidade não se esgota -Mesmo assim sairei fraco -Mas feliz -Feliz? -Sob meu vestido, o paraíso te espera para que venhas sentir o sabor da minha pele -Enquanto você bebe vida da minha -Você se recuperará levando sensações inesquecíveis enquanto eu senti teu gosto energético -Parece muito bom para ser verdade -Se minha roupa cair diante de você... -Se cair... -Da visão ao toque você sempre se lembrará -Antes de irmos, bebe comigo? -Sim, eu bebo com você
Aleen Van Euller
Enviado por Aleen Van Euller em 22/02/2026
Alterado em 22/02/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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